10 passos para entrar no varejo virtual
Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com especialistas para saber o que é preciso observar ao começar a vender pela internet
Ricardo F. Santos
Outra pesquisa, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) feita com 500 micro e pequenas empresas paulistas, mostrou que no estado cerca de 30% das MPEs compram ou vendem pela internet. Em comparação com as empresas grandes, o número ainda é muito baixo. Das 70% que não realizam negócios pela internet, 47% declararam que não precisam usar esse canal e 19% admitiram falta de estrutura e conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico. A superintendente de marketing da ACSP, Sandra Turchi, desconfia das declarações. “Muitos entrevistados dizem que não se interessam pela internet por total desconhecimento de como usar a ferramenta, mas não querem admitir na pesquisa”, diz ela.
O velho medo de ter os dados roubados em alguma transação - como número de cartão de crédito e endereço da residência, por exemplo - diminuiu muito; os problemas agora são outros. “O furto do número do cartão se dá de várias maneiras, pode ocorrer até num posto de gasolina desconhecido. Os maiores desafios da venda online hoje são o processo logístico e o atendimento correto ao cliente”, afirma Sérgio Herz, diretor financeiro e de novas tecnologias da Livraria Cultura.
De olho no crescimento do setor e na oportunidade que ele representa para os pequenos empreendimentos, Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com especialistas para trazer aos leitores os dez pontos mais importantes para atentar ao entrar no varejo virtual.
1- Entenda esse mercado e como sua empresa pode entrar nele
A ideia de que o negócio virtual é mais barato, não precisa de um plano de marketing e de pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado é um dos principais fatores do fracasso. A afirmação é de Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.com.br, loja virtual de cama, mesa e banho, que fez especialização em mídias digitais pela Fundação Getulio Vargas, em artigo escrito para a PEGN.
De acordo com ele, é necessário analisar a concorrência e a viabilidade de venda na web de determinada linha de produtos. Sztamfater sugere as seguintes perguntas: “Esse produto vai vender na web? Já está saturado na internet? Mesmo que a resposta da última pergunta seja não, o produto é próprio para venda na internet?”
As categorias de produtos que puxaram o volume das vendas no ano passado foram livros, saúde, beleza e medicamentos, eletrodomésticos, informática e eletrônicos, segundo pesquisa da consultoria e-bit. O diretor geral da instituição, Pedro Guasti, aconselha a investir em nichos e diferenciação. “O pequeno empresário não tem fôlego para brigar com os grandes, que podem conseguir preços melhores devido ao grande volume de vendas”. Os únicos produtos que, segundo ele, ainda têm entraves para vender online são roupas, por causa da falta de padronização no tamanho, e material de construção, tão grande e pesado que torna o frete inviável. De resto, diz ele, é possível vender tudo.
2- Legalize a sua empresa
É indispensável ter a documentação do empreendimento em dia. Ter a empresa legalmente estabelecida, com CNPJ, é essencial para não se tornar um vendedor de e-commerce informal. Além disso, diz Guasti, sem a papelada você não pode oferecer nota fiscal nem garantia, e o consumidor fatalmente não vai se sentir seguro para comprar em sua loja.
3- Escolha uma plataforma de vendas adequada
A plataforma de comércio eletrônico nada mais é do que um conjunto de mecanismos que rege as vendas. Hoje existem no mercado diversos fornecedores especializados que podem oferecer plataformas e soluções a preços acessíveis. Quanto investir nela? Depende de seu bolso e de seu plano de negócios, responde Guasti. “Você pode investir R$ 1 mil, R$ 5 mil ou R$ 1 milhão. Se o empreendedor não tiver experiência, sugiro uma mais simples e mais barata”.
Mas não abuse do preço baixo também, é o que afirma Natan Sztamfater. Escolher uma plataforma com tecnologia de baixa qualidade é outro fator de fracasso no mundo virtual. Ele sugere ter como base modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.
O site da Livraria Cultura, criado em 1995, e o da Flores Online, em 1998, foram desenvolvidos a partir do zero, principalmente porque na época não havia tantas plataformas disponíveis no mercado. O site da rede de sebos Estante Virtual também foi customizado e tem uma equipe de desenvolvedores, mas é porque suas operações de venda envolvem muitos sebos e é mais complexa. Para além disso, diz Guasti, não é necessário investir em um sistema próprio. “Se você for abrir uma loja tradicional, não precisa reinventar a roda, existem modelos prontos no mercado que custam pouco”, diz.
4- Soluções de pagamento
Um dos quesitos que a e-bit leva em conta em sua avaliação do serviço online de uma empresa é a solução de pagamento. Quanto mais opções disponíveis, mais dor de cabeça para a empresa. Não é necessário ter as 17 alternativas de pagamento relacionadas no site da consultoria. “É legal escolher um banco ou dois para oferecer o pagamento por boleto”, diz Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.
O boleto é responsável por 30% do volume de pagamentos no site da Livraria Cultura. Os outros 70% vêm de pagamentos com cartão. As outras formas de pagamento, como depósito automático e em dinheiro, diz ele, são um pouco redundantes, e a empresa não deixa de faturar por causa disso.
Para pequenos negócios, Guasti recomenda cuidado com algumas práticas de fraude, como o cliente que confirma o pagamento mas não o efetua, o chamado chargeback. Além disso, muitas vezes o empresário não tem a expertise exigida para lidar com grandes empresas de cartão, como a Visanet ou a Redecard. Por isso, ele sugere parceria com meios de pagamento voltados para a internet, como o Pagamento Digital, que também cobra uma taxa, mas protege tanto o consumidor, permitindo que ele suspenda o pagamento de um produto não entregue, quanto o empresário dessas fraudes de pagamento.
5- Faça pesquisas de satisfação e avaliação da marca
É importante saber a opinião do internauta e do consumidor sobre a sua loja e, mais importante, sobre o seu site. Crie um canal de comunicação com o cliente que permita a ele avaliar o serviço prestado e o site. Para melhorar a qualidade do serviço, ele é o melhor parceiro da empresa.
“Por exemplo, se um site é simples e bem explicado, será que precisaríamos de atendimento por telefone?”, pergunta Sérgio Herz, da Livraria Cultura. Mesmo assim a empresa mantém esse canal de comunicação, aproveitando a infraestrutura e os funcionários das lojas físicas. Se eles recebem poucas ligações com dúvidas de internautas é porque o site está funcionando bem.
Guasti recomenda também buscar um selo de qualidade de serviço, oferecido por empresas de consultoria. Ele afirma que os selos dão credibilidade para o site e passam confiança aos clientes.
6- Tenha um bom parceiro de logística
“O processo de um livro sair daqui e chegar na casa do cliente envolve 15 empresas diferentes. Se o produto atrasar um dia, quem o cliente vai culpar? A loja virtual, é claro” afirma Herz, da Livraria Cultura. Ele afirma que a logística do produto é um dos maiores desafios do varejo online. De acordo com ele, não adianta ficar tentando fazer o esquema perfeito se não houver preocupação com o atendimento ao cliente. “Como nós assumimos que errar é muito possível, investimos na estrutura de atendimento para o cliente ter uma resposta rápida”, afirma.
Eduardo Casarini, diretor da Flores Online, conta que a logística para entregar no Brasil inteiro foi complicada. Nos primeiros seis meses, eles só entregavam em São Paulo. Tiveram de fazer vários testes para ver se o produto chegaria no prazo e com qualidade, para desenvolver a melhor embalagem e para descobrir quais flores poderiam ser entregues em destinos muito afastados. A Flores Online trabalha com uma empresa particular de logística. Muitos pequenos empresários preferem os Correios ou Sedex, afirma Pedro Guasti, mas é necessário avaliar todas as opções. O mais importante, diz ele, é contatar o consumidor em caso de problema. “Entre em contato com ele antes que ele entre em contato contigo”.
7- Informe o cliente de tudo
“Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais”, afirma Natam Sztamfater, diretor da PortCasa.com.br. Um dos problemas de vender online é exatamente o cliente não estar em contato direto com o vendedor. Além disso, o consumidor não está levando o produto para casa – ele deposita confiança na empresa, e espera que ela vá entregar e atendê-lo bem. Se ele não consegue entrar em contato com a loja rapidamente, vai se sentir inseguro, e o equilíbrio desta relação vai se romper: a loja perde o cliente.
A Flores Online tem, para o estado de São Paulo, um sistema de confirmação de entrega por mensagem de celular. “O cliente tem muita ansiedade para saber se o produto chegou ou não”, diz Eduardo Casarini, diretor da empresa, que tem atendimento por e-mail, chat online e telefone. Quanto maior o número de canais que você tiver com o consumidor, mais caro vai ficar, explica Pedro Guasti, da e-bit. “É bom ter, se possível, um serviço de e-mail que seja respondido em até 12 horas; se tiver um pouco mais de grana, pode bancar um chat online”, diz ele. Atendimento por telefone é mais caro ainda, mas é a forma de comunicação mais direta que os consumidores podem ter com a empresa, e pode valer a pena.
8- Avise sobre a política de privacidade e devolução
Política de privacidade dos dados do cliente e políticas de devolução de produto também são avaliadas na classificação da e-bit. É importante para a empresa informar sempre o cliente de como seus dados serão protegidos, porque isso passa credibilidade e confiança. Informar o cliente da política de devolução de produtos também é necessário para não haver desentendimentos posteriores. Alguns produtos podem ser danificados no transporte, e a empresa precisa estar pronta quando algo assim acontecer.
9- Cuidado com o manuseio dos produtos
Falando em danos no transporte, é importante condicionar os produtos em embalagens adequadas. Livros e móveis têm necessidade de cuidados, mas não tanto quanto bolos de aniversário, flores e peixes de aquário. A Flores Online passou seis meses desenvolvendo embalagens para suas flores, além de pesquisar quais espécies poderiam viajar embaladas por mais de um dia.
10- Tenha um certificado de segurança
Como o próprio nome já diz, são selos que atestam a segurança do site. As empresas que conferem estes selos avaliam os riscos a que os sites estão expostos. O feedback delas permite criar um site seguro e, mais importante, provam para o internauta que determinada loja é confiável.
Assim como as formas de pagamento, ter muitos selos pode impressionar o internauta à primeira vista, mas é caro, trabalhoso e redundante. “Há muitos certificados de segurança que atestam a qualidade dos mesmos serviços”, afirma Pedro Guasti, da e-bit. Há também os cadeados digitais, ícones que aparecem no navegador do consumidor, que atestam que não há ninguém olhando aquela transação. O melhor, e mais barato, é ter poucos e bons selos de segurança.
Empresários ainda desconhecem potencial do e-commerce
A cultura do chamado e-commerce ainda engatinha no Brasil. Apesar de 66% das empresas do país manterem uma página eletrônica ativa na rede, são poucos os que exploram a internet para vendas. Um estudo da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) revelou que, do total de empresários que afirmaram ter site do negócio, 36% não implementaram o recurso para comercializar seus produtos.
Quase metade dos consultados na pesquisa - 46% - entendem que não há a necessidade de usar a ferramenta. Outros 13% disseram que não trabalhavam com o canal de vendas por falta de conhecimento do assunto.
Trabalhar com o serviço de e-commerce, de fato, não é uma tarefa simples. O processo inicial requer planejamento detalhado de estrutura e necessidades da empresa. Além disso, a ferramenta demanda um sistema de logística complexo, que garanta a eficiência das entregas. Outro fator primordial é a segurança para que os dados de usuários possam ser fornecidos, e os pagamentos, realizados sem qualquer empecilho.
Por outro lado, o comércio eletrônico proporciona mais uma oportunidade para a empresa lucrar. Esse recurso é um novo ponto de vendas que, muitas vezes, transforma-se no mais rentável da marca.
Um dado curioso que chama a atenção no estudo divulgado pela ACSP aponta que 76% das grandes empresas, teoricamente mais bem estruturadas, não têm o serviço de e-commerce para vender seus produtos e não utilizam a ferramenta para comprar de fornecedores. Enquanto isso, as pequenas empresas despontam como empreendedoras virtuais. São elas as que mais usam o recurso, com 46% do total. Em seguida, no ranking das empresas que são adeptas do e-commerce, estão as médias, com 38%, e as micros, com 34%.
"Interessante quando analisamos que micros, pequenas e médias empresas possuem um percentual acima das grandes empresas na realização de compras ou vendas online. Isso demonstra que esses empresários estão mais atentos às novas ferramentas e às oportunidades de expansão de seus empreendimentos. Porém, mesmo entre esses empreendedores, o índice daqueles que utilizam esse recurso é muito baixo", pontua, em trecho do estudo, a especialista em estratégias digitais e superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi.
Planejamento
Fausto Freire é consultor em e-commerce e explica que o principal entrave para a implementação das vendas online é a logística. De acordo com ele, é necessária uma análise detalhada de como todo o processo funcionaria para cada produto. Alguns dos itens vendidos podem ser enviados pelo correio, o que facilita para a empresa. No entanto, outros dependem de armazenamento especial e precisam de transportes específicos para serem entregues. Freire também alerta para a qualidade da página eletrônica, que deve ser atrativa para os internautas.
"Grande parte das empresas montou o site durante a popularização da internet, quando a rede ainda oferecia poucas opções de interatividade e a página funcionava mais como um cartão de visitas. Com a evolução da web, o e-commerce ganhou força. Um bom e-commerce deve oferecer uma vitrine para a avaliação dos produtos, uma ferramenta para que os clientes possam tirar dúvidas, uma logística bem organizada capaz de manter o bom funcionamento da loja virtual e a boa segurança, para deixar o consumidor tranquilo na hora de realizar o pagamento", afirma Freire. Ele diz, ainda, que o investimento, dependendo da complexidade do processo, pode ser altíssimo. Porém, em alguns casos, é possível instalar um sistema de vendas online por R$ 10 mil.
Quem apostou no e-commerce não se arrependeu. O sucesso do comércio eletrônico é latente no Brasil. Um exemplo disso é que foram batidos recordes de vendas no Natal de 2009. O segmento foi responsável por movimentar, entre 15 de novembro de 24 de dezembro, R$ 1,6 bilhão. A quantia é 28% maior que o obtido em 2008, na mesma época (R$ 1,2 bilhão). Desta vez, a grande vedete ficou por conta dos livros. Os eletrodomésticos também tiveram boa saída, principalmente por causa da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Ganhando mercado
O Grupo Educacional Alub resolveu investir no e-commerce no ano passado. A procura por cursos era muito alta e não atendia a demanda. A solução foi comercializar aulas ao vivo pela rede mundial de computadores. Assim, a página eletrônica da empresa, que funciona desde 2001, vai oferecer o serviço a partir de janeiro.
"Nós temos um serviço de alcance nacional, e a estrutura física não comporta o número de pedidos. Então, o comércio eletrônico foi uma saída que, apesar do custo inicial alto, mostrou-se viável e vantajosa, porque agrega outros valores à nossa marca e facilita a vida do estudante", acredita Alexandre Crispi, diretor da instituição de ensino.
O alto custo é, de fato, um grande problema enfrentado, especialmente, para os donos de empresas menores. Cléber Teixeira, proprietário da rede de restaurantes Brasil Vexado, alega que o empreendimento ainda não aderiu ao e-commerce por questões financeiras. A marca trabalha com entregas de pedidos feitos por telefone, mas a integração com a internet é difícil e cara. "É complicado, porque trabalho com produtos perecíveis, e o serviço precisa ter uma sincronia afinada para que o cliente não espere a comida por muito tempo. Pesquisei e sei que vale a pena investir no comércio eletrônico porque ele pode aumentar as vendas em até 10%. Para isso, a credibilidade é essencial", ressalta.
O consultor em e-commerce Fausto Freire corrobora a ideia de Teixeira. Para ele, o sucesso da empresa na rede mundial de computadores é proporcional à credibilidade da marca. Freire destaca, também, que não adianta apenas uma página eletrônica atrativa, se não houver uma análise estrutural e um projeto que passe confiança ao internauta. "Eu insisto em um planejamento bem feito porque o e-commerce é uma ferramenta muito importante para a empresa, mas que, para funcionar bem, precisa de um projeto consistente", conclui.
Fonte: Portal Administradores
Instalando Nginx from source em CentOS 5.4
Dependências:
sudo yum install pcre-devel zlib-devel openssl-devel
mkdir sources
cd sources
wget http://sysoev.ru/nginx/nginx-0.8.27.tar.gz
tar xzf nginx-0.8.27
cd nginx-0.8.27
./configure --with-http_gzip_static_module --without-http_autoindex_module --prefix=/usr/local/nginx --sbin-path=/usr/sbin/nginx --conf-path=/etc/nginx/nginx.conf --error-log-path=/var/log/nginx/error.log --pid-path=/var/run/nginx/nginx.pid --lock-path=/var/lock/nginx.lock --user=nginx --group=nginx --with-http_ssl_module --with-http_flv_module --with-http_gzip_static_module --http-log-path=/var/log/nginx/access.log --http-client-body-temp-path=/var/tmp/nginx/client/ --http-proxy-temp-path=/var/tmp/nginx/proxy/ --http-fastcgi-temp-path=/var/tmp/nginx/fcgi/ --user=nginx --group=nginx
make && make install
Feito isso seu Nginx já está instalado.
Crie o seu arquivo init
http://wiki.nginx.org/RedHatNginxInitScript
Save this file as /etc/init.d/nginx
#!/bin/sh # # nginx - this script starts and stops the nginx daemon # # chkconfig: - 85 15 # description: Nginx is an HTTP(S) server, HTTP(S) reverse \ # proxy and IMAP/POP3 proxy server # processname: nginx # config: /etc/nginx/nginx.conf # config: /etc/sysconfig/nginx # pidfile: /var/run/nginx.pid # Source function library. . /etc/rc.d/init.d/functions # Source networking configuration. . /etc/sysconfig/network # Check that networking is up. [ "$NETWORKING" = "no" ] && exit 0 nginx="/usr/sbin/nginx" prog=$(basename $nginx) NGINX_CONF_FILE="/etc/nginx/nginx.conf" [ -f /etc/sysconfig/nginx ] && . /etc/sysconfig/nginx lockfile=/var/lock/subsys/nginx start() { [ -x $nginx ] || exit 5 [ -f $NGINX_CONF_FILE ] || exit 6 echo -n $"Starting $prog: " daemon $nginx -c $NGINX_CONF_FILE retval=$? echo [ $retval -eq 0 ] && touch $lockfile return $retval } stop() { echo -n $"Stopping $prog: " killproc $prog -QUIT retval=$? echo [ $retval -eq 0 ] && rm -f $lockfile return $retval } restart() { configtest || return $? stop sleep 1 start } reload() { configtest || return $? echo -n $"Reloading $prog: " killproc $nginx -HUP RETVAL=$? echo } force_reload() { restart } configtest() { $nginx -t -c $NGINX_CONF_FILE } rh_status() { status $prog } rh_status_q() { rh_status >/dev/null 2>&1 } case "$1" in start) rh_status_q && exit 0 $1 ;; stop) rh_status_q || exit 0 $1 ;; restart|configtest) $1 ;; reload) rh_status_q || exit 7 $1 ;; force-reload) force_reload ;; status) rh_status ;; condrestart|try-restart) rh_status_q || exit 0 ;; *) echo $"Usage: $0 {start|stop|status|restart|condrestart|try-restart|reload|force-reload|configtest}" exit 2 esac
sudo chmod +x /etc/init.d/nginx
sudo /sbin/chkconfig nginx on
Certificando que foi adicionado:
sudo /sbin/chkconfig --list nginx nginx 0:off 1:off 2:on 3:on 4:on 5:on 6:off
Ta-Dá!
sudo /etc/init.d/nginx start ... sudo /etc/init.d/nginx stop ... sudo /etc/init.d/nginx restart ... sudo /etc/init.d/nginx reload
... sudo /etc/init.d/nginx status ... sudo /etc/init.d/nginx configtest
Ser um profissional muito ocupado nem sempre é bom sinal. Veja as situações!
Isso porque a atitude pode demonstrar um individualismo da pessoa. "É negativo quando o funcionário nunca está disponível para ajudar. Agindo dessa maneira, ele pode demonstrar falta de disposição para o trabalho em equipe, companheirismo e senso de urgência", afirma o gerente de planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa.
Relacionamentos no trabalho
Segundo Raffa, estar muito ocupado pode ser considerado positivo quando o assunto exige prioridade e é urgente, mas também pode indicar que o funcionário não sabe se organizar e que não tem jogo de cintura.
"Estar sempre ocupado pode manchar a imagem do funcionário. Os chefes irão vê-lo como uma pessoa individualista, sem senso de equipe, sem visão do todo. Às vezes, é preciso dizer não, mas sem frequência", complementa.
Mas não é só com os chefes que a imagem pode ficar prejudicada. O relacionamento com os colegas de trabalho também pode ser abalado com esse tipo de atitude. "Com certeza os colegas sabem com quem podem contar quando precisam de ajuda. Afinal, suas atitudes no dia-a-dia o definem como pessoa e como profissional, comprometendo seu relacionamento interpessoal".
A dica de Raffa é analisar a situação quando alguém questioná-lo se está ou não ocupado. "Deve-se ponderar quem está perguntando, qual o prazo e importância de sua atividade atual e o que será pedido. Se não puder deixar de fazer o que já está sendo realizado, a pessoa pode negociar prazos, dividir as tarefas e estabelecer prioridades", ressalta.
Spree commerce - Como adicionar mais de uma Variação de um produto de uma única vez ao carrinho
Precisei para um projeto de Ecommerce usando o Spree, que para cada Variação de produto houvesse um campo com a quantidade e também que se pudesse adicionar mais de um produto por vez ao carrinho.
Para conseguir isso precisei mudar dois arquivos.
No orders_controller.erb :
create.after do params[:quantities].each do |variant_id,quantity| @order.add_variant(Variant.find(variant_id.to_i), quantity.to_i) if quantity.to_i > 0 end params[:products].each do |product_id,variant_id| quantity = params[:quantity].to_i if !params[:quantity].is_a?(Array) quantity = params[:quantity][variant_id].to_i if params[:quantity].is_a?(Array) @order.add_variant(Variant.find(variant_id), quantity) if quantity > 0 end if params[:products] params[:variants].each do |variant_id, quantity| quantity = quantity.to_i @order.add_variant(Variant.find(variant_id), quantity) if quantity > 0 end if params[:variants] @order.save # store order token in the session session[:order_token] = @order.token end
E _cart_form.html.erb :
<% form_for :order, :url => orders_url do |f| %> <% if product_price(@product) %> <p class="prices"> <%= t("price") %> <span class="price selling"><%= product_price(@product) %></span> </p> <% end %> <% if @product.variants? %> <div id="product-variants"> <ul> <li> <span>Qtde:</span> </li> <% @product.variants.active.each_with_index do |v,index| next if v.option_values.empty? || (!v.in_stock && !Spree::Config[:show_zero_stock_products]) %> <li> <%= variant_options v %> <%= text_field_tag (@product.variants? ? "quantities[#{v.id}]" : "variants[#{@product.variant.id}]"), 0, :class => "title", :size => 3 %> </li> <% end %> </ul> </div> <% end%> <br style="clear:both" /> <br style="clear:both" /> <% if @product.has_stock? || Spree::Config[:allow_backorders] %> <p> <button type='submit' class='large primary'> <%= image_tag('/images/add-to-cart.png') + t('add_to_cart') %> </button> </p> <% else %> <%= content_tag('strong', t('out_of_stock')) %> <% end %> <% end %>
Com isso já é possível que o cliente adicione para cada variação de produto, uma quantidade específica e possa também adiocioná-los de uma única vez.
Também devo creditar o Leandro pela solução, ele deu uma força na hora de finalizar.
No final a tela fica assim:
Wireframe Sketcher - Plugin para desenhar interfaces no Eclipse
Estes dias me vi precisando de uma forma de criar interfaces bacanas e de forma prática.
No mercado existem diversos programas para isso, nas várias plataformas existentes.
Depois de muito procurar, fiquei impressionado com a facilidade e qualidade do produto final feito com o plugin para Eclipse WireframeSketcher.
Este é um plugin criado e mantido pelo Petru Severin.
Ele é free para testar, mas caso você trabalhe na área de Open Source ( \o/ ) pode pedir um um licença gratuita.
Ou comprar uma.
Com este plugin você tem à disposição uma série de formas para poder montar uma interface.

Para mais informações:
http://wireframesketcher.com/
VimMate - Addon para Vim
VimMate is a graphical add-on to Vim with IDE-like features: it does more than the plain Vim while still being lightweight. Even with the additional features, it stays out of the way for it's main task: editing files with Vim. VimMate adds functionality to Vim by embedding Vim GTK GUI (gVim) within VimMate.
Veja o vídeo: http://vimmate.rubyforge.org/VimMate-0.6.0-features.swf
Página do projeto no Rubyforge: http://vimmate.rubyforge.org/
Spree commerce - Vendendo as "Variações de um Produto"
Como vender uma varição de produto apenas? Sendo que cada um tenha sua própria quantidade.
Essa foi uma solução que bolei.
<% form_for :order, :url => orders_url do |f| %> <% unless @product.variants? %> <% if product_price(@product) %> <p class="prices"> <%= t("price") %> <span class="price selling"><%= product_price(@product) %></span> </p> <% end %> <% end %> <% if @product.variants? %> <div id="product-variants"> <ul> <% has_checked = false @product.variants.active.each_with_index do |v,index| next if v.option_values.empty? || (!v.in_stock && !Spree::Config[:show_zero_stock_products]) checked = !has_checked && (v.in_stock || Spree::Config[:allow_backorders]) has_checked = true if checked %> <li> <label> <!-- --> <% form_for :order, :url => orders_url do |f| %> <p class="prices"> <%= variant_options v %> - <span class="price selling"><%= product_price v %></span><br /> <p>Qtde: <%= text_field_tag (@product.variants? ? :quantity : "variants[#{@product.variant.id}]"), 1, :class => "title", :size => 3 %> <%= hidden_field_tag "products[#{@product.id}]", v.id %> <button type='submit' class='large primary'> <%= image_tag('/images/add-to-cart.png') + t('add_to_cart') %> </button> </p> <!-- --> <!-- %= radio_button_tag "products[#{@product.id}]", v.id, checked, :disabled => !v.in_stock && !Spree::Config[:allow_backorders] % --> <% end %> </label> </li> <% end%> </ul> </div> <% end%> <% unless @product.variants? %> <% if @product.has_stock? || Spree::Config[:allow_backorders] %> <p>Qtde: <%= text_field_tag (@product.variants? ? :quantity : "variants[#{@product.variant.id}]"), 1, :class => "title", :size => 3 %> <button type='submit' class='large primary'> <%= image_tag('/images/add-to-cart.png') + t('add_to_cart') %> </button> </p> <% else %> <%= content_tag('strong', t('out_of_stock')) %> <% end %> <% end %> <% end %>
Colocando as variantes dentro de um select:
<% form_for :order, :url => orders_url do |f| %> <% if product_price(@product) %> <p class="prices"> <%= t("price") %> <span class="price selling"><%= product_price(@product) %></span> </p> <% end %> <!-- --> <div id="product-variants"> <select name='<%= "products[#{@product.id}]" %>'> <option value="0" selected="selected" disabled="disabled">Escolha uma opção</option> <% if @product.variants? %> <% has_checked = false @product.variants.active.each_with_index do |v,index| next if v.option_values.empty? || (!v.in_stock && !Spree::Config[:show_zero_stock_products]) checked = !has_checked && (v.in_stock || Spree::Config[:allow_backorders]) has_checked = true if checked %> <option value='<%= v.id %>'> <%= variant_options v %> - <% if variant_price_diff v %><%= variant_price_diff v %><% end %> </option> <!-- --> <!-- %= options_for_select "products[#{@product.id}]", v.id, checked, :disabled => !v.in_stock && !Spree::Config[:allow_backorders] % --> <% end %> </select> </div> <% end%> <% if @product.has_stock? || Spree::Config[:allow_backorders] %> <p>Qtde: <%= text_field_tag (@product.variants? ? :quantity : "variants[#{@product.variant.id}]"), 1, :class => "title", :size => 3 %> <button type='submit' class='large primary'> <%= image_tag('/images/add-to-cart.png') + t('add_to_cart') %> </button> </p> <% else %> <%= content_tag('strong', t('out_of_stock')) %> <% end %> <% end %>
Plugin para Rails Facebox com Jquery
Facebox v1.0 ==================== http://github.com/albertobraschi/facebox/tree/master Se você precisa de uma solução leve de janela modal e com jquery, este plugin é para você. Configurando e usando: --First things first-- Adicione o css do facebox: <%= stylesheet_link_tag 'lightbox' %> Caso você ainda não tenha carregado os javascripts: <%= javascript_include_tag :defaults %> Uma última coisa: Dica: O melhor lugar pra se por javascript é logo antes de tag
